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Meirelles: Governo trabalhará para melhorar regularização tributária

Puxado principalmente por expectativas mais favoráveis, o clima econômico na América Latina melhorou em abril, segundo medição do Instituto alemão Ifo e da Fundação Getulio Vargas (FGV). Divulgado hoje, o Indicador Ifo/FGV de Clima Econômico da América Latina (ICE) avançou 9 pontos entre janeiro e abril, para 78 pontos.

O Brasil foi um dos países que puxou o aumento do indicador no período, com avanço de 62 pontos para 79 pontos em seu índice de clima econômico. As outras influências de alta foram Argentina (100 para 101 pontos); Colômbia (95 para 98 pontos); México (41 para 72 pontos); Paraguai (119 para 133 pontos) e Uruguai (121 para 130 pontos). Considerando a média dos últimos quatro trimestres, a economia brasileira está em sétimo lugar no ranking de clima econômico no continente, com 67 pontos.

Numa escala que vai de zero a 200, o Índice de Situação Atual (ISA) do país passou de 4 para 11 pontos entre janeiro e abril, nível considerado ainda bastante baixo pela FGV. Por outro lado, o Índice de Expectativas (IE), que haviam recuado em janeiro, subiu de 154 pontos para 189 pontos, o maior indicador da série histórica iniciada em janeiro de 1989.

“A distância entre as avaliações sobre a situação atual e as expectativas no Brasil indica um cenário com elevado potencial de instabilidade, caso os especialistas considerem que os sinais positivos que esperam, provavelmente as reformas associadas ao ajuste fiscal, não se verifiquem”, afirma em nota a pesquisadora Lia Valls.

Fonte: Valor Online