Afif se compromete a defender pautas do setor de comércio e serviços no debate político

Em uma breve análise do cenário político, Afif aceitou o desafio e disse que vai trabalhar para que a mensagem do setor ganhe projeção

O presidente licenciado do Sebrae e presidente de honra da CACB, Guilherme Afif, foi conclamado pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs) para estar no debate político de 2018 defendendo as propostas do setor para um Brasil Novo, mais simples para se empreender e melhor para viver. O compromisso foi oficializado no encerramento do 5º Fórum Nacional CACB MIL, realizado em Brasília (DF), nesta quinta-feira (21).

Ao lado dos presidentes Emerson Destro (Abad), Zenon Leite (Afrac), Claudio Conz (Anamaco), George Pinheiro (CACB), José César (CNDL) e do executivo da Abras, Alexandre Seabra, o presidente da Unecs, Paulo Solmucci (Abrasel), convocou os líderes empresariais de todo o Brasil, presentes no evento, a se juntar a Unecs no intuito de levar uma mensagem única do setor aos presidenciáveis com a proposta de construir um Brasil Novo. Na parte da manhã, o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, participou da reunião que alinhou os próximos passos da Unecs.

“Precisamos colocar no debate nacional a nossa pauta, que é baseada em um empreender mais simples. A Unecs entende que a defesa da agenda liberal com uma pegada social precisa estar presente no debate político de 2018. Desejamos que Afif seja um importante defensor dessa proposta”, disse Solmucci.

Em uma breve análise do cenário político, Afif aceitou o desafio e disse que vai trabalhar para que a mensagem do setor de comércio e serviços alcance os postulantes que tiverem condições na corrida eleitoral. A expectativa é que ele seja confirmado por seu partido (PSD) para concorrer à Presidência da República.

“Eu queria com a minha experiência mostrar que não adianta mais do mesmo. As pesquisas revelam que a população está cansada. Temos o dever de ajudar a conduzir esse processo, pois representamos o Brasil real. O Brasil que ganha dinheiro com trabalho e que não pode ser atrapalhado pela burocracia”, afirmou Afif.

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