AUTOCOM Summit 2026 debate reforma tributária e inovação no comércio

A ABAD apoiou a realização do AUTOCOM Summit 2026, um dos principais fóruns de conteúdo sobre tecnologia, automação e inovação para o comércio brasileiro, realizado entre os dias 31 de março e 2 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). A entidade também teve participação ativa na programação, reforçando seu protagonismo nos principais debates que impactam o setor.

O presidente da ABAD e da UNECS, Leonardo Miguel Severini, integrou o painel “O que se espera em 2026 com a Reforma Tributária”, ao lado do deputado federal Domingos Sávio (PL-MG), presidente da Frente Parlamentar do Comércio e Serviços; Edgard de Castro, presidente da AFRAC; Paulo Solmucci, presidente da ABRASEL; e João Galassi, presidente da ABRAS. O debate reuniu diferentes perspectivas sobre os desafios e oportunidades do novo modelo tributário para o comércio e serviços.

Durante o painel, Sávio destacou a necessidade de atenção ao setor produtivo. “A reforma tributária não pode onerar o setor de serviços e empresas no sistema Simples Nacional. O projeto de lei deve proteger o empresariado, principalmente os pequenos, e não ter objetivo de aumentar a arrecadação”, afirmou.

Já Severini reforçou o momento decisivo que o país atravessa. “2026 não é um ano de teste, é um ano decisivo para o futuro do sistema. É fundamental que as empresas estejam preparadas para emitir corretamente seus documentos desde o início. O engajamento do setor produtivo será determinante nesse processo”, destacou.

Para finalizar, Edgard de Castro ressaltou o potencial transformador da reforma quando bem estruturada: “Uma reforma tributária bem estruturada vai fazer com que baixem os impostos e diminua a sonegação para fazer o país crescer”.

Com uma programação focada em temas como reforma tributária, meios de pagamento, inteligência artificial e transformação digital do varejo, o AUTOCOM Summit esteve diretamente alinhado às pautas estratégicas que vêm sendo conduzidas pela ABAD. Entre elas, destacam-se a busca por maior eficiência operacional, a integração entre os elos da cadeia de abastecimento e o uso da tecnologia como vetor de competitividade.

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