Medidas econômicas do governo tentam preservar economia

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O governo federal lançou um pacote para enfrentar os efeitos da pandemia. As medidas estão sendo anunciadas em etapas desde o último dia 11 de março. Em conjunto, têm impacto de R$ 348,9 bilhões.

O pacote anticoronavírus inclui antecipação de benefícios, como 13º para os segurados do INSS, ampliação do Bolsa Família, adiamento de cobrança de impostos para empresas e financiamento da folha de pagamento, auxílio a trabalhadores informais e possibilidade de redução de até 50% na jornada e no salário dos funcionários. Também foi anunciado um plano de socorro para Estados e municípios enfrentarem os efeitos da covid-19. Algumas delas precisam ser aprovadas pelo Congresso.

O efeito da pandemia deve levar o governo a reduzir a zero a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. A estimativa oficial passou a ser quase estagnação (aumento de 0,02%)

BC

O Banco Central liberou R$ 1,216 trilhão em recursos para os bancos brasileiros, o equivalente a 16,7% do Produto Interno Bruto (PIB). O objetivo da autoridade monetária é dar liquidez ao sistema financeiro, ou seja, flexibilizar as regras e permitir que os bancos acessem recursos que não estavam disponíveis para fazer suas operações com os clientes e assim manter o equilíbrio do sistema financeiro (VEJA REPORTAGEM nesta edição do ABADNEWS sobre a lista de pedidos do varejo para enfrentar a crise).

As medidas econômicas voltadas para a redução dos impactos do coronavírus estão sendo desenhadas pelo grupo de monitoramento criado pelo Ministério da Economia. Esse grupo é coordenador pelo secretário-executivo da pasta, Marcelo Guaranys, “número dois” do ministro Paulo Guedes. O montante inclui as ações também divulgadas pelo BNDES.

Os outros dois principais bancos públicos – a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil (BB) – também têm disponibilizado recursos para combate à pandemia. A Caixa colocou R$ 111 bilhões no mercado e o BB, R$ 100 bilhões.

Renda

Nesta segunda-feira (30), o Senado aprovou o auxílio de R$ 600 para os brasileiros que não têm carteira assinada e cuja renda familiar (tudo o que a família recebe) é de até três mínimos (R$ 3.135,00). O governo também vai editar uma medida provisória que permitirá reduzir em até 70% o salário e a jornada de funcionários. O texto, que ainda está em discussão no Palácio do Planalto, prevê que o trabalhador receberá, em contrapartida, uma parcela do seguro desemprego: se o empregador cortar 70% do salário, o governo entrará com o equivalente a 70% do que o trabalhador receberia de seguro-desemprego.

VEJA todas as medidas anunciadas até agora e VEJA também a análise da Frente Parlamentar de Comércio e Serviços.

Fonte: Estadão.com, Yahoo e Gazeta do Povo

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